- Linus Torvalds desenvolveu o kernel do Linux enquanto estudava na Universidade de Helsinki em 1991.
- No ano passado, 75% do código criado para o Linux foi desenvolvido por programadores que trabalham em empresas privadas.
- Em dezembro de 2009 a IBM anunciou um novo sistema Mainframe desenhado para trabalhar com Linux.
- Os sistemas baseados em Linux encontram-se em 446 dos 500 supercomputadores mais potentes do mundo.
- 95% dos servidores que se utilizam nos estúdios de Hollywood para os filmes de animação rodam Linux.
- O primeiro longa-metragem de sucesso produzido em servidores Linux foi Titanic em 1997.
- James Cameron também escolheu servidores com Linux para produzir o filme Avatar.
- Os servidores de Google rodam sob Linux.
- Google contribuiu apenas 1,1% do código do atual kernel do Linux.
- Linux está-se estendendo rapidamente no mercado de smartphones e outros dispositivos eletrônicos dentro do mercado de consumo.
- Sistemas operacionais como Palm WebOS, Google Android, Nokia Maemo ou Samsung Bada foram desenvolvidos com base no kernel do Linux.
- Em 2009, as diferentes variantes de Linux conseguiram uma quota de mercado em servidores de 33,8% em frente ao 7,3% dos sistemas da Microsoft.
- Na área de computadores desktops ou portáteis o Linux só tem 1,02% de quota de mercado.
- Torvalds criou Linux para o projeto GNU sob licença GPL.
- Baixo a licença GPL, qualquer programador ou empresa que distribua o kernel do Linux deve proporcionar também o código fonte dentro do próprio pacote.
- Em 1994, um tal William Della Croce Jr. registrou a marca Linux nos Estados Unidos e começou a pedir royalties às diferentes distribuições Linux.
- Torvalds e seus advogados ganharam esta batalha em 1997 para recuperar o registro da marca Linux.
- Atualmente existem mais de 300 distribuições Linux ativas.
- Linux ganhou muita popularidade para além dos tradicionais programadores graças à distribuição Slackware, que era mais fácil de utilizar para os não iniciados na programação.
- Estima-se que em um meio de desenvolvimento comercial o código fonte do Linux custaria em torno dos 7,3 bilhões de dólares.
- A primeira distribuição comercial de Linux foi Yggdrasil, lançada em 1992 em formato Live-CD que rodava direto do CD.
- A analista IDC contempla que em 2012 as vendas de suporte para Linux superem 1 bilhões de dólares.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Curiosidades Linux - 13° Semana
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Curiosidade do Unix - 12ª Semana
Você conhece Xenin, o Unix da Microsoft?
O Xenin foi uma versão específica do Sistema Operacional Unix que a Microsoft pretendia usar em microcomputadores. A Microsoft comprou uma licença para utilizar o Unix da AT&T no final de 1979, e em agosto de 1980 anunciou que ela seria disponível para o mercado de microcomputadores de 16 bit, visando ser o sistema operacional principal já na versão 1.0
No início, a Microsoft não foi capaz de licenciar o próprio nome " UNIX", pois a mesma licenciou somente o código fonte, já que na época não era tão relevante o licenciamento do nome. Então a Microsoft deu a ele um nome original chamado Xenix
Com relação a vendas, a Microsoft não vendia o Xenix diretamente ao usuário final, ela licenciava o Xenix e suas integrações com o MS-DOS em formatos OEM's assim como a Intel, Panasonic e outras que também utilizavam o mesmo método na época.
Quando a Microsoft fez um acordo com a IBM para desenvolver o Sistema OS/2, ela perdeu todo seu interesse em promover o Xenix, pois outros caminhos já estavam sendo estratégicamente traçados(Projeto do Windows 2.0). E em 1987 a Microsoft vendeu sua licença do Xenix para a Santa Cruz Operation (SCO) que adquiriu os direitos exclusivos do Sistema Operacional Xenix e começou a distribuí-lo com o nome de SCO Xenix. Com esse acordo a Microsoft tornou-se proprietária de 25% da SCO.
No mesmo ano a SCO adaptou o Xenix para os processadores Intel 386, já na casa dos 32-bits. O Xenix em sua nova versão 2.3.1 introduziu o suporte a controladores SCSI e protocolos TCP/IP.
Mesmo após ter vendido a licença de seu Unix para a SCO, a Microsoft ainda continuou a usar o Xenix internamente, pois estava desenvolvendo o seu mais novo produto, um software para edição de textos com o simples nome: Microsoft Word for Unix.
Tentando avançar na década seguinte com uma força mais agressiva e melhorias de seu sistema operacional, a SCO em meados de 1989 ramificou o Xenix em SCO UNIX e sua última versão foi a 2.3.4.
Um fato ocorrido e muito curioso de toda essa história, que de acordo com o Setor de Projetos e Implementação de Sistemas Operacionais da Universidade de Berkeley, berço do BSD UNIX, curiosamente foi dito uma frase marcante: "O Xenix era provavelmente a versão mais difundida do Sistema Operacional UNIX, de acordo com a quantidade de máquinas em que ele funcionava"
fonte: http://tecnosolution.blogspot.com.br/2013/02/curiosidade-voce-conhece-xenix-o-unix.html
O Xenin foi uma versão específica do Sistema Operacional Unix que a Microsoft pretendia usar em microcomputadores. A Microsoft comprou uma licença para utilizar o Unix da AT&T no final de 1979, e em agosto de 1980 anunciou que ela seria disponível para o mercado de microcomputadores de 16 bit, visando ser o sistema operacional principal já na versão 1.0

No início, a Microsoft não foi capaz de licenciar o próprio nome " UNIX", pois a mesma licenciou somente o código fonte, já que na época não era tão relevante o licenciamento do nome. Então a Microsoft deu a ele um nome original chamado Xenix

Com relação a vendas, a Microsoft não vendia o Xenix diretamente ao usuário final, ela licenciava o Xenix e suas integrações com o MS-DOS em formatos OEM's assim como a Intel, Panasonic e outras que também utilizavam o mesmo método na época.

Quando a Microsoft fez um acordo com a IBM para desenvolver o Sistema OS/2, ela perdeu todo seu interesse em promover o Xenix, pois outros caminhos já estavam sendo estratégicamente traçados(Projeto do Windows 2.0). E em 1987 a Microsoft vendeu sua licença do Xenix para a Santa Cruz Operation (SCO) que adquiriu os direitos exclusivos do Sistema Operacional Xenix e começou a distribuí-lo com o nome de SCO Xenix. Com esse acordo a Microsoft tornou-se proprietária de 25% da SCO.

No mesmo ano a SCO adaptou o Xenix para os processadores Intel 386, já na casa dos 32-bits. O Xenix em sua nova versão 2.3.1 introduziu o suporte a controladores SCSI e protocolos TCP/IP.
Mesmo após ter vendido a licença de seu Unix para a SCO, a Microsoft ainda continuou a usar o Xenix internamente, pois estava desenvolvendo o seu mais novo produto, um software para edição de textos com o simples nome: Microsoft Word for Unix.
Microsoft Word for Unix

Tentando avançar na década seguinte com uma força mais agressiva e melhorias de seu sistema operacional, a SCO em meados de 1989 ramificou o Xenix em SCO UNIX e sua última versão foi a 2.3.4.
Um fato ocorrido e muito curioso de toda essa história, que de acordo com o Setor de Projetos e Implementação de Sistemas Operacionais da Universidade de Berkeley, berço do BSD UNIX, curiosamente foi dito uma frase marcante: "O Xenix era provavelmente a versão mais difundida do Sistema Operacional UNIX, de acordo com a quantidade de máquinas em que ele funcionava"
fonte: http://tecnosolution.blogspot.com.br/2013/02/curiosidade-voce-conhece-xenix-o-unix.html
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Vantagens e desvantagens do sistema operacional Linux - 11ª Semana
Vantagem: Baixo custo
O Linux é baseado em software livre. Por isso, as empresas que distribuem o sistema não cobram pelo sistema em si, mas por serviços adicionais como publicação de manuais, suporte, treinamento, etc.No caso do SuSE 9.3, distribuído no Brasil, o UOL comprou o programa pela Internet por R$ 64,80. É o valor dos CDs gravados, do manual que acompanha o produto, do suporte técnico oferecido e do custo de envio pelo correio.
Segundo Rafael Peregrino, editor da Revista Easy Linux, que encarta uma versão do SuSE 9.3 para o Brasil, a cópia e a distribuição dos CDs são permitidas -o que é uma das premissas do software livre.
Vantagem: Segurança
Qualquer instalação ou alteração do sistema, no Linux, requer a autorização do "usuário root", que é uma espécie de usuário especial do sistema. Com isso, dificilmente um vírus ou programa malicioso será instalado a não ser que você autorize, inserindo sua senha e nome de usuário.
Há ainda o fato de o sistema estar instalado em bem menos máquinas que o Windows, o que o torna menos visado pelos criadores de vírus.
Vantagem: Comunidade de suporte ativa
Fóruns, listas de discussão, wikipages, e-groups, sites... É grande a lista de recursos disponíveis na Web para resolver problemas relativos a Linux. De problemas básicos (como dificuldade para executar um tipo de arquivo) a dúvidas mais complexas, é possível encontrar respostas em comunidades de usuários de software livre online.
Em português, há o site Br-Linux.org, com notícias de Linux, tutoriais e fóruns, e o e-group SuSE Linux Brasil, em que usuários trocam informações sobre o sistema.
Desvantagem: Incompatibilidade com equipamentos
Muitos softwares que permitem o funcionamento de certos equipamentos (como o da impressora HP adquirida pelo advogado Fernando Cotelo; saiba mais) são feitos exclusivamente para Windows, o que pode dificultar muito o uso deles com o Linux.
Como o SuSE permite manter o Windows instalado, uma saída pode ser reiniciar o micro no ambiente Windows na hora de usar tais equipamentos. Há ainda os fóruns nos quais você pode compartilhar o problema com outros usuários e ver quais as soluções encontradas por eles. No caso da cópia do SuSE que instalamos em um notebook, o sistema não reconheceu corretamente o monitor. O problema foi resolvido, mas só depois de uma procura na Internet por informações técnicas do monitor.
Desvantagem: Formatos proprietários
Arquivos de áudio e vídeo nos formatos WMA e WMV, respectivamente, ligados ao programa Windows Media Player, da Microsoft, são dos mais usados na Internet. A TV UOL, por exemplo, transmite vídeos em WMV.
O Kaffeine, reprodutor de mídia que vem com o SuSE, é anunciado como uma alternativa ao tocador da Microsoft. No entanto, nos testes realizados pela redação (usando o navegador Firefox), não foi possível, de início, assistir a vídeos de páginas como os da TV UOL e da CNN, mesmo depois de instalada a atualização sugerida pelo manual.
A solução foi encontrada nos fóruns. Primeiro, instalamos a extensão do Firefox "MediaPlayerConnectivity", que permite assistir aos vídeos em uma janela separada. Depois de mais algum tempo consultando fóruns, decidimos baixar o reprodutor de mídia Mplayer -basta clicar, abrir e selecionar "Instalar com o Yast"- e o plugin "mplayerplug-in". Com isso, pudemos assistir aos vídeos na janela do browser, normalmente.
fonte: http://tecnologia.uol.com.br/especiais/ultnot/2005/08/18/ult2888u81.jhtm
Muitos softwares que permitem o funcionamento de certos equipamentos (como o da impressora HP adquirida pelo advogado Fernando Cotelo; saiba mais) são feitos exclusivamente para Windows, o que pode dificultar muito o uso deles com o Linux.
Como o SuSE permite manter o Windows instalado, uma saída pode ser reiniciar o micro no ambiente Windows na hora de usar tais equipamentos. Há ainda os fóruns nos quais você pode compartilhar o problema com outros usuários e ver quais as soluções encontradas por eles. No caso da cópia do SuSE que instalamos em um notebook, o sistema não reconheceu corretamente o monitor. O problema foi resolvido, mas só depois de uma procura na Internet por informações técnicas do monitor.
Desvantagem: Formatos proprietários
Arquivos de áudio e vídeo nos formatos WMA e WMV, respectivamente, ligados ao programa Windows Media Player, da Microsoft, são dos mais usados na Internet. A TV UOL, por exemplo, transmite vídeos em WMV.
O Kaffeine, reprodutor de mídia que vem com o SuSE, é anunciado como uma alternativa ao tocador da Microsoft. No entanto, nos testes realizados pela redação (usando o navegador Firefox), não foi possível, de início, assistir a vídeos de páginas como os da TV UOL e da CNN, mesmo depois de instalada a atualização sugerida pelo manual.
A solução foi encontrada nos fóruns. Primeiro, instalamos a extensão do Firefox "MediaPlayerConnectivity", que permite assistir aos vídeos em uma janela separada. Depois de mais algum tempo consultando fóruns, decidimos baixar o reprodutor de mídia Mplayer -basta clicar, abrir e selecionar "Instalar com o Yast"- e o plugin "mplayerplug-in". Com isso, pudemos assistir aos vídeos na janela do browser, normalmente.
fonte: http://tecnologia.uol.com.br/especiais/ultnot/2005/08/18/ult2888u81.jhtm
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Vantagens e desvantagens do sistema operacional Unix - 10ª Semana
O Unix é um sistema operacional baseado em linha de comando que foi desenvolvido em 1969. Apesar do Unix tradicional ainda ser largamente utilizado, há vários sistemas operacionais baseados nele, como Linux, Mac OS X e BSD. Existem vantagens e desvantagens para este sistema operacional, dependendo do usuário e do uso do computador.
Vantagem: Memória virtual
O sistema operacional Unix fornece um nível eficiente de memória virtual. Para o usuário, isso significa que é possível utilizar uma grande quantidade de programas, usando pouca memória física. O sistema consegue lidar com vários programas simultaneamente sem drenar seus recursos.
Vantagem: Caixa de ferramentas
O sistema operacional fornece uma grande coleção de pequenos utilitários e comandos que fazem tarefas específicas de forma muito eficiente, em vez de possuir muitas opções especiais, porém inúteis. O Unix age como uma caixa de ferramentas bem abastecida, em vez de tentar fazer tudo ao mesmo tempo.
Vantagem: Personalização
O Unix consegue unir diversos utilitários e comandos em um número ilimitado de configurações, para realizar uma série de tarefas complexas. Este sistema operacional não está limitado a uma série de menus e combinações pré-configurados, como a maioria dos sistemas operacionais mais comuns.
Vantagem: Portabilidade
O Unix está disponível para diversos tipos de computadores, de forma que ele é um dos sistemas operacionais mais portáteis que existem. O Unix roda em computadores PC e Macintosh, além de muitos outros tipos.
Desvantagem: Interface
A interface tradicional do sistema operacional Unix é baseada em linha de comando, e essa interface pode ser hostil ao usuário casual. O Unix foi feito para ser usado por programadores e usuários experientes. Há uma interface gráfica, mas a interface tradicional é apenas por linha de comando.
Desvantagem: Comandos especiais
Os comandos usados na interface de linha de comando geralmente usam nomes complexos, e não informam o usuário do que estão fazendo. Muitos comandos da interface Unix precisam usar caracteres especiais, e pequenos erros de digitação que normalmente seriam insignificantes podem ter efeitos grandes e inesperados em computadores Unix.
Desvantagem: Assustador para os iniciantes
Enquanto a grande quantidade de utilitários do Unix pode ser um benefício ou vantagem para muitos usuários, pode ser assustador para os iniciantes. Não é um sistema operacional simples, e os novatos podem ficar assustados e confusos.
fonte: http://www.ehow.com.br/vantagens-desvantagens-sistema-operacional-unix-lista_32270/
Vantagem: Memória virtual
O sistema operacional Unix fornece um nível eficiente de memória virtual. Para o usuário, isso significa que é possível utilizar uma grande quantidade de programas, usando pouca memória física. O sistema consegue lidar com vários programas simultaneamente sem drenar seus recursos.
Vantagem: Caixa de ferramentas
O sistema operacional fornece uma grande coleção de pequenos utilitários e comandos que fazem tarefas específicas de forma muito eficiente, em vez de possuir muitas opções especiais, porém inúteis. O Unix age como uma caixa de ferramentas bem abastecida, em vez de tentar fazer tudo ao mesmo tempo.
Vantagem: Personalização
O Unix consegue unir diversos utilitários e comandos em um número ilimitado de configurações, para realizar uma série de tarefas complexas. Este sistema operacional não está limitado a uma série de menus e combinações pré-configurados, como a maioria dos sistemas operacionais mais comuns.
Vantagem: Portabilidade
O Unix está disponível para diversos tipos de computadores, de forma que ele é um dos sistemas operacionais mais portáteis que existem. O Unix roda em computadores PC e Macintosh, além de muitos outros tipos.
Desvantagem: Interface
A interface tradicional do sistema operacional Unix é baseada em linha de comando, e essa interface pode ser hostil ao usuário casual. O Unix foi feito para ser usado por programadores e usuários experientes. Há uma interface gráfica, mas a interface tradicional é apenas por linha de comando.
Desvantagem: Comandos especiais
Os comandos usados na interface de linha de comando geralmente usam nomes complexos, e não informam o usuário do que estão fazendo. Muitos comandos da interface Unix precisam usar caracteres especiais, e pequenos erros de digitação que normalmente seriam insignificantes podem ter efeitos grandes e inesperados em computadores Unix.
Desvantagem: Assustador para os iniciantes
Enquanto a grande quantidade de utilitários do Unix pode ser um benefício ou vantagem para muitos usuários, pode ser assustador para os iniciantes. Não é um sistema operacional simples, e os novatos podem ficar assustados e confusos.
fonte: http://www.ehow.com.br/vantagens-desvantagens-sistema-operacional-unix-lista_32270/
domingo, 29 de setembro de 2013
Considerações sobre a relação entre o Unix e o Linux - 9ª Semana
O Linux foi criado com base no Minix. O Minix era um sistema operacional multi-tarefa e Unix-Like (“igual ao Unix”), desenvolvido por Andrew Tannenbaun no final da década de 80. A finalidade do Minix era educacional, unicamente para aprendizagem. Ele possuía as mesmas funções que o Unix, mas não foi feito a partir do código de fonte dos releases de Unix da época.
Quando o mr. Linus Torvalds se sentiu entediado o suficiente para sentar “um pouquinho” e programar seu próprio kernel, ele não o fez com base no Minix, mas sim como um projeto próprio. Na época o Linux ainda era imaturo suficiente a ponto de precisar do Minix para ser compilado. Assim como o Minix, o Linux também não foi criado com base em código de Unix – seja BSD ou System V.
Linus Torvalds, como todo nerd supremo, era uma pessoa extremamente exigente com os sistemas operacionais que utilizava. Se pra você, querido leitor, não bastarem os fatos dele ter programado o kernel Linux original sozinho (coisa que os GNU/programadores não conseguiram – até hoje) e até hoje ser o principal mantenedor do kernel Linux, existe um terceiro motivo que embasa esse meu comentário: O antigo quebra-pau entre Linus Torvalds e Andrew Tanenbaun sobre a questão kernel monolítico x micro-kernel.
O Solaris (na época: SunOS, BSD) era um sistema operacional que lhe atendia perfeitamente. Ele já era um ótimo programador. E usava Minix em seu 386. Porém, movido pelo gostinho de quero-mais, ele criou seu próprio kernel, e nem ele imaginava o quão grandioso esse sistema se tornaria, sendo um dia um “substituto” para o Unix em muitas aplicações.
Assim sendo, o Linux também é um SO Unix-like, que se comporta igual o Unix, com os mesmos algoritmos de gerenciamento e muitos recursos idênticos. Mas o Linux não é Unix. Solaris, AIX, BSDs, HP-Ux, Irix (R.I.P.), Tru64 (R.I.P.) sim – estes são Unices. O código do Linux também não foi feito com base em Unix BSD ou System V, assim como o Minix.
Sobre a GNU, o Unix e o Linux
O embrião da GNU (GNU is Not Unix) surgiu em 1983. Richard Stallman (quando ele ainda fazia alguma coisa era ciencista do MIT) se sentiu injustiçado pela quantidade de código criado por ele (e outros programadores) no Unix e sendo licenciado de maneira cretina pela AT&T para outras empresas gigantes. Em 1985 ele criou a FSF (Free Software Foundation), com o intuito de criar um sistema operacional livre, cujos conceitos de liberdade se resumia em que: Qualquer um poderia utilizar sem qualquer restrição desde que o código de fonte permanecesse aberto.
A partir de 1985, muitos programadores aderiram essa “causa”, e parecia que de fato esse maravilhoso sistema operacional sairia do forno. Os caras criaram quase tudo: Os aplicativos (vulgo comandos), o compilador, as bibliotecas, e muitos drivers. Só faltava o principal: O kernel! É, irônico que tudo isso fosse criado para rodar nos sistemas operacionais opressores e imperialistas das grandes corporações, mas foi assim durante algum tempo.
A proposta de sistema operacional da GNU, o GNU/HURD, ainda não está concluida – provavelmente só ficará pronta em Pasárgada, e será usado por Manoel Bandeira. Então, os GNUs resolveram partir pro óbvio: Ah, Linus Torvalds tem um kernel. A gente tem o resto. Que tal unir o útil ao agradável? Linus Torvalds concordou, e o Linux foi licenciado na GPL e passou a fazer parte do projeto GNU. O Linux Ganhou desenvolvedores, componentes e muito sucesso. E a GNU ganhou o kernel que faltava!
Muitos membros da GNU, incluindo Richard Stallman, dizem que o Linux foi programado para o GNU. Isso não é verdade. O “destino” permitiu que ambos se integrassem. Provavelmente o Linux não seria o que é hoje sem o projeto GNU, e o projeto GNU também não seria o que é hoje sem o Linux. E muitos membros do projeto GNU chamam o Linux de GNU/Linux, mas é algo mais pessoal do que técnico. Linus Torvalds, como eu, acha idiotice.
Quando o mr. Linus Torvalds se sentiu entediado o suficiente para sentar “um pouquinho” e programar seu próprio kernel, ele não o fez com base no Minix, mas sim como um projeto próprio. Na época o Linux ainda era imaturo suficiente a ponto de precisar do Minix para ser compilado. Assim como o Minix, o Linux também não foi criado com base em código de Unix – seja BSD ou System V.
Linus Torvalds, como todo nerd supremo, era uma pessoa extremamente exigente com os sistemas operacionais que utilizava. Se pra você, querido leitor, não bastarem os fatos dele ter programado o kernel Linux original sozinho (coisa que os GNU/programadores não conseguiram – até hoje) e até hoje ser o principal mantenedor do kernel Linux, existe um terceiro motivo que embasa esse meu comentário: O antigo quebra-pau entre Linus Torvalds e Andrew Tanenbaun sobre a questão kernel monolítico x micro-kernel.
O Solaris (na época: SunOS, BSD) era um sistema operacional que lhe atendia perfeitamente. Ele já era um ótimo programador. E usava Minix em seu 386. Porém, movido pelo gostinho de quero-mais, ele criou seu próprio kernel, e nem ele imaginava o quão grandioso esse sistema se tornaria, sendo um dia um “substituto” para o Unix em muitas aplicações.
Assim sendo, o Linux também é um SO Unix-like, que se comporta igual o Unix, com os mesmos algoritmos de gerenciamento e muitos recursos idênticos. Mas o Linux não é Unix. Solaris, AIX, BSDs, HP-Ux, Irix (R.I.P.), Tru64 (R.I.P.) sim – estes são Unices. O código do Linux também não foi feito com base em Unix BSD ou System V, assim como o Minix.
Sobre a GNU, o Unix e o Linux
O embrião da GNU (GNU is Not Unix) surgiu em 1983. Richard Stallman (quando ele ainda fazia alguma coisa era ciencista do MIT) se sentiu injustiçado pela quantidade de código criado por ele (e outros programadores) no Unix e sendo licenciado de maneira cretina pela AT&T para outras empresas gigantes. Em 1985 ele criou a FSF (Free Software Foundation), com o intuito de criar um sistema operacional livre, cujos conceitos de liberdade se resumia em que: Qualquer um poderia utilizar sem qualquer restrição desde que o código de fonte permanecesse aberto.
A partir de 1985, muitos programadores aderiram essa “causa”, e parecia que de fato esse maravilhoso sistema operacional sairia do forno. Os caras criaram quase tudo: Os aplicativos (vulgo comandos), o compilador, as bibliotecas, e muitos drivers. Só faltava o principal: O kernel! É, irônico que tudo isso fosse criado para rodar nos sistemas operacionais opressores e imperialistas das grandes corporações, mas foi assim durante algum tempo.
A proposta de sistema operacional da GNU, o GNU/HURD, ainda não está concluida – provavelmente só ficará pronta em Pasárgada, e será usado por Manoel Bandeira. Então, os GNUs resolveram partir pro óbvio: Ah, Linus Torvalds tem um kernel. A gente tem o resto. Que tal unir o útil ao agradável? Linus Torvalds concordou, e o Linux foi licenciado na GPL e passou a fazer parte do projeto GNU. O Linux Ganhou desenvolvedores, componentes e muito sucesso. E a GNU ganhou o kernel que faltava!
Muitos membros da GNU, incluindo Richard Stallman, dizem que o Linux foi programado para o GNU. Isso não é verdade. O “destino” permitiu que ambos se integrassem. Provavelmente o Linux não seria o que é hoje sem o projeto GNU, e o projeto GNU também não seria o que é hoje sem o Linux. E muitos membros do projeto GNU chamam o Linux de GNU/Linux, mas é algo mais pessoal do que técnico. Linus Torvalds, como eu, acha idiotice.
O Linux/Windows vão matar o Unix?
É verdade que, a partir do Windows 2000, os sistemas operacionais da Microsoft têm ganhado muito em estabilidade. Isso resultou em que, muitas aplicações antes usadas apenas em estações de alto desempenho movidas a Unix foram portadas para Windows, e aplicações que antes rodavam em hardware e software de primeira qualidade, foram gradativamente portadas para x86 e sistema operacional Windows (ou Linux). E quando falo de hardware de primeira qualidade, me refiro à processadores RISC, Unix 64 bits, 8GB Ram, 2 ou 4 processadores e HDs SCSI.
Humildemente acho que isso é uma regressão, mas em parte, justificado – visto que o x86 realmente evoluiu dos últimos anos pra cá. Por exemplo, o Windows “demorou” pra suportar mais que 4GB de memória Ram, e uma grande quantidade de processadores. O Unix já fazia isso há muito tempo atrás. Entretanto, essa debandada diminuiu bastante o número de aplicações específicas do Unix em comparação ao x86 (Linux/Windows) nas workstations. Versões de vários softwares (como o Maya) foram descontinuados em workstations Unix, e foram migrados para sistemas operacionais como o Red Hat Linux, ou mesmo o Windows Vista/Windows XP. Alguns (como o Catia) ainda permanecem para Unix, também com versão pra Windows, mas é difícil responder até quando isso permanecerá.
Entretanto, vários softwares comerciais que são multi-plataforma, como o Oracle, GIS Design, SAP, Natural/ADABAS, servidores de aplicação (Java), softwares de rede, e etc, continuam sendo desenvolvidos com versões para Unix em mainstream. Essas versões continuam sendo procuradas por empresas que buscam pela performance e estabilidade oferecidas pela plataforma quarentona. Cada um no seu quadrado, o Linux já matou o Unix onde ele podia. Bem como o Windows. Mas, o Unix continuará com suas aplicações específicas, pois embora mais restrito, continua sendo tecnologicamente mais “preparado” para aplicações críticas e de alto desempenho que o Linux e que o Windows. Pelo menos até o momento.
fonte: http://timmerman.wordpress.com/2010/01/10/consideraes-sobre-a-relao-entre-o-unix-e-o-linux/
É verdade que, a partir do Windows 2000, os sistemas operacionais da Microsoft têm ganhado muito em estabilidade. Isso resultou em que, muitas aplicações antes usadas apenas em estações de alto desempenho movidas a Unix foram portadas para Windows, e aplicações que antes rodavam em hardware e software de primeira qualidade, foram gradativamente portadas para x86 e sistema operacional Windows (ou Linux). E quando falo de hardware de primeira qualidade, me refiro à processadores RISC, Unix 64 bits, 8GB Ram, 2 ou 4 processadores e HDs SCSI.
Humildemente acho que isso é uma regressão, mas em parte, justificado – visto que o x86 realmente evoluiu dos últimos anos pra cá. Por exemplo, o Windows “demorou” pra suportar mais que 4GB de memória Ram, e uma grande quantidade de processadores. O Unix já fazia isso há muito tempo atrás. Entretanto, essa debandada diminuiu bastante o número de aplicações específicas do Unix em comparação ao x86 (Linux/Windows) nas workstations. Versões de vários softwares (como o Maya) foram descontinuados em workstations Unix, e foram migrados para sistemas operacionais como o Red Hat Linux, ou mesmo o Windows Vista/Windows XP. Alguns (como o Catia) ainda permanecem para Unix, também com versão pra Windows, mas é difícil responder até quando isso permanecerá.
Entretanto, vários softwares comerciais que são multi-plataforma, como o Oracle, GIS Design, SAP, Natural/ADABAS, servidores de aplicação (Java), softwares de rede, e etc, continuam sendo desenvolvidos com versões para Unix em mainstream. Essas versões continuam sendo procuradas por empresas que buscam pela performance e estabilidade oferecidas pela plataforma quarentona. Cada um no seu quadrado, o Linux já matou o Unix onde ele podia. Bem como o Windows. Mas, o Unix continuará com suas aplicações específicas, pois embora mais restrito, continua sendo tecnologicamente mais “preparado” para aplicações críticas e de alto desempenho que o Linux e que o Windows. Pelo menos até o momento.
fonte: http://timmerman.wordpress.com/2010/01/10/consideraes-sobre-a-relao-entre-o-unix-e-o-linux/
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Qual o melhor SO? parte I - 8ª Semana
Qual sistema operacional é melhor: Windows, Linux ou Mac OS?
Um tema que parece nunca se esgotar e que muitas vezes rende grandes discussões é sistemas operacionais. A coluna Tira-dúvidas já apresentou como se instala o Ubuntu (distribuição GNU/Linux), e as versões de avaliação do Windows 8, da Microsoft, no PC. Frequentemente, também, respondo a dúvidas postadas na área de comentários sobre o Mac OS X, sistema da Apple.Entre um comentário e outro, é possível perceber franca predileção por um determinado sistema. Inclusive, alguns leitores se posicionam advogando a favor do seu sistema favorito. Mas, afinal, quem é o melhor? Qual é o sistema mais seguro? Usar software livre é coisa de nerd? Somente o Windows está sujeito a pegar vírus? São muitos os questionamentos e afirmações sobre o assunto e, por essa razão, a coluna irá tratar desse tema tão polêmico e ao mesmo tempo tão apaixonante que desperta os “brios” de usuários de computadores no mundo inteiro.
Os computadores pessoais, definitivamente, estão cada vez mais pessoais pois são considerados companheiros inseparáveis para a automação de diversas tarefas. E, claro, para o entretenimento (navegar na internet, conversar por mensageiros instantâneos, jogar, escutar músicas e assistir a filmes). Cada usuário tem o seu perfil, que de acordo com as necessidades, o hardware apropriado pode ter um valor elevado. Mas, invariavelmente, o hardware por si só não é nada sem um sistema operacional instalado. E é nele que são instalados os programas que efetivamente tornam o equipamento em algo útil.
| O Microsoft Windows é o sistema operacional mais usado em desktops no mundo (Foto: Reprodução) |
Windows
O sistema operacional mais usado no planeta tem a sua versão corrente denominada Windows 7 e, em breve, deve receber seu sucessor, o Windows 8. Ele foi lançado oficialmente em agosto de 1993 para permitir que os usuários pudessem contar com uma interface gráfica para operar o PC. Desde então foram inúmeras as versões vendidas no mercado. A que que permaneceu por muitos anos e que está instalada em muitos computadores é a versão XP do Windows.
É preciso distinguir o emprego do sistema. Nessa coluna serão levados em conta apenas aspectos relacionados ao uso de sistemas operacionais no PC desktop. O sistema operacional Windows movimenta um mercado milionário de vendas de licenças. Os valores cobrados variam de acordo com as edições e, em cada uma delas, são incluídas funcionalidades adicionais.
| O valor da licença varia de acordo com as edições do Windows 7 (Foto: Divulgação) |
Em qualquer uma das edições é possível instalar o Microsoft Office para a criação e edição de documentos texto, planilhas de cálculo e apresentações. Há outros programas como os de edição de imagem, áudio, vídeo e games. Nele também podem ser instalados adicionalmente os navegadores de internet, Google Chrome, Mozilla Firefox, Opera e Safari. É um sistema operacional que serve de plataforma para atender às diversas necessidades, desde estudantes que querem fazer os trabalhos da escola, até programadores de sistemas que precisam desenvolver os seus softwares.
| O Mac OS X é o sistema operacional da Apple (Foto: Reprodução) |
Mac OS X
O sistema operacional desenvolvido e comercializado pela Apple se destina à sua linha de computadores. O Mac OS X é o sistema operacional de código fechado baseado no kernel Unix chamado OpenDarwin. Diferente do Microsoft Windows, não existem edições de uma mesma versão do sistema. Ou seja, a versão instalada sempre terá todos os recursos disponíveis ao usuário. Entretanto, por ser destinada a equipamentos fabricados pela Apple, o sistema operacional não tem o seu uso recomendado a computadores de outras fabricantes. O custo da licença do Mac OS X é relativamente baixo, se comparado com a licença da edição mais completa do Windows 7, cerca de US$ 30 .
Embora a instalação do Mac OS X seja restrita a equipamentos fabricados pela Apple, muitos usuários recorrem a versões não oficiais do sistema e as instalam em seus PCs. Essa prática também é conhecida como Hackintosh, embora o fabricante de processador dos Macs seja o mesmo para PCs e a linha de chips seja similar. Um computador não se resume apenas a marca, modelo e arquitetura de processador.
Comercialmente essa característica pode parecer decisiva, outras aspectos diferenciam um Mac de um PC. Ainda assim, instalar o Mac OS X quebra os termos de licença do usuário. As versões de hackintosh são modificadas para que ocorra a compatibilidade de hardware, mas não há garantia alguma de que o procedimento dê certo ou de que o sistema será executado com 100% de compatibilidade em todos os PCs dotados com processadores Intel.
Os Macs possuem funcionalidades equivalentes às encontradas no Windows, e em muitos casos os seus usuários as consideram mais úteis. Boa parte dos programas encontrados no mercado e destinados para o Windows, também possuem versões para o Mac OS X. Para games, dependendo da preferência do usuário, esse pode ser um aspecto negativo, já que nem todos os títulos encontrados para o Windows estão disponíveis para o Mac.
| O Ubuntu é uma das distribuições Linux mais popular entre os adeptos ao sistema de código aberto (Foto: Reprodução) |
GNU/Linux
Diferente do Mac OS X e do Windows 7, o Linux tem o seu desenvolvimento e distribuição num modelo de negócio totalmente diferente da Apple e da Microsoft. Sendo o maior ícone do “movimento de software livre”, os usuários que optaram pelo sistema operacional do pinguim não encontram apenas uma versão para instalar no PC, mas centenas delas.
As distribuições mais populares e com comunidades mais atuantes, o que não necessariamente a implica em melhor ou pior, são Linux Mint, Ubuntu, Debian, Fedora, OpenSUSE e CentOS. Cada uma dessas distribuições apresentam as suas particularidades como o suporte aos diferentes tipos de hardwares encontrados no mercado, período de liberação de uma nova versão, funcionalidades específicas que representam melhorias na experiência do usuário.
Por se tratar de um sistema operacional de código aberto, o Linux acaba “caindo nas graças” de quem busca um sistema operacional que permita customizações. É evidente que, para realizar modificações no sistema, é preciso ter conhecimentos avançados em relação a de um usuário que quer apenas usar o seu computador.
Para muitos é vantajoso superar essa curva de aprendizado pois o resultado final pode originar uma versão totalmente personalizada de acordo com as preferências do seu usuário. A maioria das distribuições Linux, além de ter o seu código aberto, também são distribuídas gratuitamente por download. Mas vale salientar que se o usuário optar em apenas usar o sistema, sem ter que aprender linguagens de programação, ainda assim ele pode ser uma excelente alternativa para quem busca um sistema operacional leve, produtivo e estável.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
IBM anuncia investimento de US$ 1 bilhão no Linux ao longo dos próximos 5 anos - 7ª Semana
A IBM fará um investimento de US$ 1 bilhão ao longo dos próximos cinco anos para promover o desenvolvimento do Linux, à medida em que tenta adaptar seus mainframes e servidores baseados na arquitetura Power para lidar com a nuvem e “big data” em ambientes de computação distribuídos.
O anúncio do investimento deverá ser feito durante a conferência LinuxCon em New Orleans nesta semana, irá financiar o programas de desenvolvimento de aplicações Linux para os servidores Power e também para expandir um serviço na nuvem que permite que os desenvolvedores escrevam e testem aplicativos para servidores Power antes da implantação. O investimento também servirá como um incentivo para o desenvolvimento de software para os novos processadores Power8 da IBM, que serão usados em servidores no próximo ano.
A IBM também estabelecerá o Power Systems Linux Center em Montpellier, na França, onde os desenvolvedores terão acesso a processadores e servidores Power para desenvolver e testar aplicativos Linux. A empresa já tem centros similares em Beijing, Nova Iorque e Austin, no Texas.
O investimento será aplicado ao desenvolvimento Linux por clientes, desenvolvedores e estudantes, embora a IBM não tenha elaborado como os fundos estarão disponíveis.
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